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ALBERT CAMUS EM PORTUGUÊS |
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“O que é, com efeito, o homem absurdo?
Aquele que, sem o negar, nada faz pelo eterno”. |
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AMOSTRA DE TEXTOS
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ALBERT CAMUS 1913-1960 |
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“Penso agora em flores, sorrisos, desejo de mulher, e compreendo que todo o meu horror de morrer está contido em meu ciúme de vida. Sinto ciúme daqueles que virão e para os quais as flores e o desejo de mulher terão todo o seu sentido de carne e de sangue. Sou invejoso porque amo demais a vida para não ser egoísta... Quero suportar minha lucidez até o fim e contemplar minha morte com toda a exuberância de meu ciúme e de meu horror”. |
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Albert Camus
o
A polêmica da
'Peste' Entre Albert
Camus e Roland Barthes
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Clique na revista para ver a introdução MATÉRIA DE CAPA: "A revolta do homem absurdo" Jorge Luis Gutiérrez
(texto integral) |
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"A revolta nasce do espetáculo da desrazão diante de uma condição injusta e
incompreensível". |
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“Chamo verdade a tudo o que continua…” |
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“Eu não creio em Deus, é verdade. Mas nem
por isso sou ateu” |
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MISCELÂNEAS
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OUTRAS PÀGINAS
ALBERT CAMUS, FUTEBOL NA ARGELIA Camus e o mundo do futebol __________________________________ O HOMEM REVOLTADO: ALÉM DO NIHILISMO No meio-dia do pensamento, a revolta recusa a divindade para compartilhar as lutas e o destino comuns. Nós escolheremos Itaca, a terra fiel, o pensamento audacioso e frugal, a ação lúcida, a generosidade do homem que compreende. Na luz, o mundo continua a ser nosso primeiro e último amor. Nossos irmãos respiram sob o mesmo céu que nós, a justiça está viva. Nasce então a estranha alegria que nos ajuda a viver e a morrer e que, de agora em diante, não recusamos a adiar para mais tarde. Na terra dolorosa, ela é o joio inesgotável, o amargo alimento, o vento forte que vem dos mares, a antiga e a nova aurora. Com ela, ao longo dos combates, iremos refazer a alma deste tempo e uma Europa que nada excluirá. Nem esse fantasma, Nietzsche, que, durante doze anos após sua derrocada, o Ocidente ia evocar como a imagem arruinada de sua mais elevada consciência e de seu niilismo; nem esse profeta da justiça sem ternura, que descansa, por um erro, na quadra dos incréus no cemitério de Highgate; nem a múmia deificada do homem de ação em seu caixão de vidro; nem nada do que a inteligência e a energia da Europa forneceram incessantemente ao orgulho de uma época desprezível. Todos, na verdade, podem reviver junto aos mártires de 1905, mas com a condição de compreender que eles se corrigem uns aos outros e que, sob o sol, um limite refreia todos. Um diz ao outro que não é Deus; aqui se encerra o romantismo. Nessa hora em que cada um de nós deve retesar o arco para competir novamente e reconquistar, na e contra a história, aquilo que já possui, a magra colheita de seus campos, o breve amor desta terra, no momento em que, finalmente, nasce um homem, é preciso renunciar à época e aos seus furores adolescentes. O arco se verga, a madeira geme. No auge da tensão, alçará vôo, em linha reta, uma flecha mais inflexível e mais livre. |
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“Caminhamos ao encontro do amor e do desejo. |
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“Vejo Don Juan numa cela daqueles monastérios espanhóis
perdidos numa colina. Se ele olha para alguma coisa, não é para os fantasmas
dos amores passados, mas, talvez por uma seteira ardente, para alguma
planície silenciosa da Espanha, terra magnífica e sem alma onde se reconhece.
Sim, é preciso fazer um alto diante dessa imagem melancólica e radiante. O
fim último, esperado mas nunca desejado, o fim
último é desprezível.” |
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"Se amar bastasse, as coisas seriam simples. |
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"Mas do amor só conheço a mistura de desejo, |
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"Por que seria preciso amar raramente para amar muito?" |
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AMA
Y HAS LO QUE QUIERAS Amor es entrega por encantamiento O HOMEM REVOLTADO: ALÉM DO NIILISMO
Jorge Luis Rodriguezgutiérrez
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Página do livro de Contos e Poemas |
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Homenagem da Revista Pandora (Brasil) è
Aos 10 anos do Curso de Filosofia da Universidade Mackenzie -